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O futuro do cinema

Longe vão os tempos do Psycho, do Música no Coração, do Padrinho ou do Casablanca. Agora o futuro (e cada vez mais, o presente) parece passar pela contínua evolução das diferentes tecnologias da animação tridimensional (CGI, Motion Capture, etc.). O meu comentário é acerca da nova "coqueluche" da animação digital e também o novo épico de James Cameron (Titanic, Alien): Avatar. Deixando de lado os comentários acerca do enredo do filme (que por sinal até considero ser bastante bom e não nos deixa aborrecidos durante as 3 horas de duração), tenho que dizer que esteticamente o filme é uma das melhores experiências visuais a que tive o prazer de assistir até hoje. As técnicas avançadas de Motion Capture (técnica de captura digital de movimentos e expressões humanas) e a gravação em diferentes ângulos são tão espectacularmente utilizadas e tornam o filme em algo tão esteticamente irrepreensível, que na maior parte do tempo nos convencemos que não estão realmente lá. É quase como ol...

FLOPenhagen

Quando todos os olhares do mundo se encontram centrados em Copenhaga (Dinamarca) e se começam a fazer os primeiros rescaldos dessa “messiânica” cimeira, penso ser cada vez mais importante olhar em retrospectiva para as propostas apresentadas e compreender o quão (e inevitavelmente, irão) sair goradas. Mas antes de analisar esta questão mais a fundo, julgo ser importante estabelecer um “perfil” desta cimeira e do que se pretendia mudar nela: A cimeira de Copenhaga sucede às cimeiras de Quioto e Bali como a derradeira esperança para salvar a humanidade de vagas de calor de 50º, de ondas de 7 metros (se bem que os surfistas mais audazes iam achar piada à ideia) e os canadianos dos Ursos Polares. No entanto, os resultados práticos das anteriores cimeiras têm sido escassos. Sim, é importante realçar o facto de terem sido lançadas bases importantes para o futuro e que a vontade (embora, em alguns casos, ténue) exista de facto, no entanto não é menos importante salientar os “Nims” e as...