O futuro do cinema
Longe vão os tempos do Psycho, do Música no Coração, do Padrinho ou do Casablanca. Agora o futuro (e cada vez mais, o presente) parece passar pela contínua evolução das diferentes tecnologias da animação tridimensional (CGI, Motion Capture, etc.).
O meu comentário é acerca da nova "coqueluche" da animação digital e também o novo épico de James Cameron (Titanic, Alien): Avatar.
Deixando de lado os comentários acerca do enredo do filme (que por sinal até considero ser bastante bom e não nos deixa aborrecidos durante as 3 horas de duração), tenho que dizer que esteticamente o filme é uma das melhores experiências visuais a que tive o prazer de assistir até hoje. As técnicas avançadas de Motion Capture (técnica de captura digital de movimentos e expressões humanas) e a gravação em diferentes ângulos são tão espectacularmente utilizadas e tornam o filme em algo tão esteticamente irrepreensível, que na maior parte do tempo nos convencemos que não estão realmente lá. É quase como olhar para um delicioso bolo de chocolate e nos esquecermos da cobertura ou do recheio e focámos-nos nele como um todo.
Pessoalmente contínuo a ser fã do cinema "Old-School", mas seria um erro criticar as constantes evoluções tecnológicas no cinema. O cinema há muito que embarcou nesse comboio chamado "tecnologia, e não tenho dúvidas que esse comboio já não têm travões.
O meu comentário é acerca da nova "coqueluche" da animação digital e também o novo épico de James Cameron (Titanic, Alien): Avatar.
Deixando de lado os comentários acerca do enredo do filme (que por sinal até considero ser bastante bom e não nos deixa aborrecidos durante as 3 horas de duração), tenho que dizer que esteticamente o filme é uma das melhores experiências visuais a que tive o prazer de assistir até hoje. As técnicas avançadas de Motion Capture (técnica de captura digital de movimentos e expressões humanas) e a gravação em diferentes ângulos são tão espectacularmente utilizadas e tornam o filme em algo tão esteticamente irrepreensível, que na maior parte do tempo nos convencemos que não estão realmente lá. É quase como olhar para um delicioso bolo de chocolate e nos esquecermos da cobertura ou do recheio e focámos-nos nele como um todo.
Pessoalmente contínuo a ser fã do cinema "Old-School", mas seria um erro criticar as constantes evoluções tecnológicas no cinema. O cinema há muito que embarcou nesse comboio chamado "tecnologia, e não tenho dúvidas que esse comboio já não têm travões.
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