Farto de caninos grandes...
Primeiro eram os livros, depois os filmes, depois as séries internacionais e agora parece que até um canal nacional vai produzir uma série made in Portugal... parece ser oficial: o mundo pertence aos vampiros. Quem lhes conferiu esse título?! Aparentemente os fãs da mediocridade literária e cinematográfica do século XXI.
Comecemos com os factos: O pai dos vampiros é o famoso Conde Drácula, era romeno e foi criado pelo escritor irlandês Abraham Stoker em 1897. Há quem diga que o personagem é inpirada no medieval, sádico e sanguinário conde romeno, Vlad III "O Empalador" (não é preciso ser mais explícito, quem já ouviu falar dele sabe que fez por merecer esse cognome) e habitava num castelo na Transilvânia (um região romena). Drácula inspirou livros e filmes de terror durante mais de um século e tornou-se uma figura de culto para várias gerações. Mas como é óbvio, nada dura para sempre...
Os vampiros de hoje em dia já não moram em castelos, já não se transformam em morcegos nem vestem roupas sombrias e morrem com a luz do dia. Os vampiros progrediram, trocaram os castelos pelas casas de design, as charretes e a forma de morcego pelos carros topo de gama, as capas pelas roupas de marca, já conseguem andar à luz do dia sem morrerem de uma forma aterradora, frequentam liceus americanos e dão muito, mas mesmo muito dinheiro a ganhar a escritores medíocres e sem talento. A escrita simples e medíocre (infelizmente parece ser a única forma de fazer com que muita gente pegue num livro), aliadas a doses abusivas de estrogénio, invadiram milhões de prateleiras por todo o mundo e enriqueceram de uma forma fácil gente que de outra forma continuaria mergulhada no anonimato.
Em que é que isto me concerne?! Em muito pouco. Nada tenho a ver com quem prefere gastar o seu dinheiro num livro do Crepúsculo em vez de um de Lev Tolstoi, Óscar Wilde ou Virgínia Wolff... o problema é que não me precisam de me esfregar isso na cara de cada vez que vou a uma livraria.
Comecemos com os factos: O pai dos vampiros é o famoso Conde Drácula, era romeno e foi criado pelo escritor irlandês Abraham Stoker em 1897. Há quem diga que o personagem é inpirada no medieval, sádico e sanguinário conde romeno, Vlad III "O Empalador" (não é preciso ser mais explícito, quem já ouviu falar dele sabe que fez por merecer esse cognome) e habitava num castelo na Transilvânia (um região romena). Drácula inspirou livros e filmes de terror durante mais de um século e tornou-se uma figura de culto para várias gerações. Mas como é óbvio, nada dura para sempre...
Os vampiros de hoje em dia já não moram em castelos, já não se transformam em morcegos nem vestem roupas sombrias e morrem com a luz do dia. Os vampiros progrediram, trocaram os castelos pelas casas de design, as charretes e a forma de morcego pelos carros topo de gama, as capas pelas roupas de marca, já conseguem andar à luz do dia sem morrerem de uma forma aterradora, frequentam liceus americanos e dão muito, mas mesmo muito dinheiro a ganhar a escritores medíocres e sem talento. A escrita simples e medíocre (infelizmente parece ser a única forma de fazer com que muita gente pegue num livro), aliadas a doses abusivas de estrogénio, invadiram milhões de prateleiras por todo o mundo e enriqueceram de uma forma fácil gente que de outra forma continuaria mergulhada no anonimato.
Em que é que isto me concerne?! Em muito pouco. Nada tenho a ver com quem prefere gastar o seu dinheiro num livro do Crepúsculo em vez de um de Lev Tolstoi, Óscar Wilde ou Virgínia Wolff... o problema é que não me precisam de me esfregar isso na cara de cada vez que vou a uma livraria.
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