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A mostrar mensagens de janeiro, 2010

José Mourinho tido como o quinto melhor treinador de todos os tempos

"Sven-Goran Eriksson e Luís Filipe Scolari tambéme estão entre os 10 melhores da lista da Federação Internacional de História e Estatística. O português José Mourinho foi hoje considerado pela Federação Internacional de História e Estatística (IFFHS) o quinto melhor treinador de todos os tempos, tendo o primeiro sido o escocês Alex Ferguson. José Mourinho ficou ainda atrás do italiano Marcello Lippi (2.º classificado), do francês Arsène Wenger (3.º) e do holandês Guus Hiddink (4.º). O brasileiro Luiz Felipe Scolari quedou-se pela nona posição, não muito longe do alemão Ottmar Hitzfeld (6.), do argentino Marcelo Bielsa e do sueco Sven Goran Eriksson, ambos em sétimo, e à frente do holandês Frank Rijkaard. A eleição foi feita tendo em consideração a votação organizada todos os anos pela IFFHS, desde 1996, para eleger os melhores treinadores e seleccionadores. Para a elaboração do "ranking" divulgado pela IFFHS foi tido em conta o "top-10" de cada ano em am...

Vencedores dos Globos de Ouro

CINEMA Melhor Filme Dramático Avatar Melhor Musical ou Comédia The Hangover Melhor Actor Dramático Jeff Bridges - Crazy Heart Melhor Actriz Dramática Sandra Bullock - The Blind Side Melhor Actor de Comédia Robert Downey Jr - Sherlock Holmes Melhor Actriz de Comédia Meryl Streep - Julie & Julia Melhor Actor Secundário Christoph Waltz - Sacanas Sem Lei Melhor Actriz Secundária Mo'Nique - Precious Melhor Realizador James Cameron - Avatar Melhor Canção Original "The Weary Kind", Crazy Heart Melhor Filme de Animação Up - Altamente Melhor Filme Estrangeiro O Laço Branco (Alemanha) Prémio Especial Cecil B. Demille Martin Scorsese TELEVISÃO Melhor Série Dramática Mad Men Melhor Série Cómica Glee Melhor Actor em Série Dramática Michael C. Hall - Dexter Melhor Actriz em Série Dramática Julianna Marguiles - The Good Wife Melhor Actor de Comédia Alec Baldwin - 30 Rock Melhor Actriz de Comédia Toni Collette - United States of Tara Melhor Actor Secundário John Lithgow - Dexter M...

Narcisimo nem é mau

No momento em que nos sentimos embaraçados com o que somos, tendemos a perder-nos para sempre. Mudamos o corte de cabelo, o perfume, as roupas que vestimos e o carro que usamos... e no final damos conta que somos exactamente a mesma pessoa que éramos no início do dia. Porque não simplesmente acenar a bandeira branca e aceitar a realidade tal como ela é?!

Tremer de mentalidades

Estamos habituados a ver a América Central e Caraíbas como um destino de férias, mas raramente temos em conta as dificuldades e miséria extrema destes países. É certo que apenas quem observa a realidade "in loco" e longe dos resorts, para perceber que nem tudo é um mar de rosas. A catástrofe do tremor de terra no Haiti (um dos mais violentos dos 20 anos) abriu os olhos de muita gente para a dura realidade daquela zona do globo. O facto é que este foi o tremor de terra mais forte da história do Haiti e aconteceu logo num dos países mais pobres do mundo. A catástrofe natural aconteceu... a catástrofe humanitária estará iminente... a catástrofe financeira para um país que faz do turismo o seu maior ganha-pão, será inevitável.

Liberdade/Igualdade

O casamento entre pessoas do mesmo sexo é o tema dominante da actualidade Há quem seja mais conservador e acredite que se está a alterar o significado da palavra "casamento" (curiosamente os dicionários pensam o mesmo... mas isso deve ser por terem uma capa cor-de-laranja), já outros, mais liberais, acham que o princípio de uma democracia a igualdade de direitos entre cidadãos (o dicionário também pensa o mesmo... é bipolar). Eu concordo com os mais liberais. Por muito que se tente, a homossexualidade não pode ser evitada (dá-se por um aumento genético de testosterona ou estrogénio, consoante os sexos). Se ninguém pode impedir dois homossexuais de ficarem juntos, que diferença é que faz impedir o seu casamento pelo registo civil?! É só um papel que se assina e não têm o impacto no "combate" à homossexualidade. Já com a adopção, tenho as minhas reservas, pois estamos a adicionar uma terceira pessoa à equação... alguém que pode não concordar com as escolhas de vida de...

O fruto proíbido...

"O casal McCann pede à Justiça portuguesa para ordenar a destruição de todos os exemplares do livro e do filme nascidos da lavra de Gonçalo Amaral, o ex-coordenador da PJ que defende a tese da morte de Madeleine. Os pais regressam esta semana a Portugal." In Jornal de Notícias. Mais um episódio na contenda entre Gonçalo Amaral e o casal McCann. Primeiro surgiram as críticas, depois as proibições e agora, o casal inglês pretende ir mais longe e tentar ordenar a destruição de todos os livros restantes em armazém. Como é óbvio, o único que vai lucrar com esta notícia vai ser o ex-inspector da PJ que consegue assim reavivar um caso já meio esquecido (e só de pensar que já dominou noticiários da BBC e da CNN) e tornar a projectar as vendas dos seus livros. Sem querer, os McCann podem fazer cair na conta do seu "querido inimigo" mais uns largos milhões de euros. O último a rir é quem ri melhor, não é verdade?! A história diz-nos que este tipo de situações trazem proveitos...

O muro...

No passado dia 30 de Novembro comemoraram-se 30 anos do lançamento de um dos mais inovadores e revolucionários álbuns de sempre. Para além da famosíssima "Another Brick in The Wall (partII)", o álbum contêm outras faixas de relevo como: Mother, Vera (uma homenagem a Vera Lynn, uma cantora inglesa que foi famosa durante a 2ª Guerra Mundial, mas que acabou por cair no esquecimento), Young Lust, In the Flesh, Comfortably Numb (o solo de guitarra desta música foi considerado o melhor de sempre pela revista britânica Rolling Stone) e Hey You. O álbum utiliza vários traços típicos que marcaram a carreira da banda britânica, como a técnica de ligar cada música à seguinte (dando a impressão que o álbum é apenas uma grande música) e mais uma vez o álbum se fecha numa esfera de temas concretos (a depressão, a nostalgia, a solidão e a opressão). O álbum é fantástico... é mesmo uma daquelas obras de arte que devem ser ouvidas pelo menos uma vez na vida.

Farto de caninos grandes...

Primeiro eram os livros, depois os filmes, depois as séries internacionais e agora parece que até um canal nacional vai produzir uma série made in Portugal... parece ser oficial: o mundo pertence aos vampiros. Quem lhes conferiu esse título?! Aparentemente os fãs da mediocridade literária e cinematográfica do século XXI. Comecemos com os factos: O pai dos vampiros é o famoso Conde Drácula, era romeno e foi criado pelo escritor irlandês Abraham Stoker em 1897. Há quem diga que o personagem é inpirada no medieval, sádico e sanguinário conde romeno, Vlad III "O Empalador" (não é preciso ser mais explícito, quem já ouviu falar dele sabe que fez por merecer esse cognome) e habitava num castelo na Transilvânia (um região romena). Drácula inspirou livros e filmes de terror durante mais de um século e tornou-se uma figura de culto para várias gerações. Mas como é óbvio, nada dura para sempre... Os vampiros de hoje em dia já não moram em castelos, já não se transformam em morcegos nem...

Há 75 anos atrás...

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... nascia em Memphis, estado do Mississipi, aquele que viria ser considerado o "pai" da música moderna e o "rei do rock". Estou obviamente a falar de Elvis Aaron Presley (ou simplesmente "The Pelvis"). Tornou-se o maior fenómeno da música popular de sempre a nível global. Deu nas vistas e tornou-se famoso graças às suas vestimentas extravagantes, ao estilo de dança ousado e ao seu potente alcance vocal (dentro da música popular americana, penso que apenas Johnny Cash consegue rivalizar com ele). Para além disso, Elvis tinha um carisma invulgar, que aliado à sua capacidade de dança e aos seus "hits" orelhudos, lhe permitia conquistar facilmente os mais diversificados tipos de público. Como qualquer outro cantor popular, Elvis começou pelas festas populares e pelas rádios locais. A sua carreira foi naturalmente evoluindo e em 1955, Elvis atingiu um novo patamar na sua carreira com célebres actuações em rádios e estações de TV nacionais. Nos anos 5...

Pulp Fiction - Tarantino Overrated

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Pulp Fiction é um dos mais icónicos e controversos filmes da década de 90 e que contribuí bastante para Quentin Tarantino atingir o seu "status" de lenda do cinema. O filme é quase uma mistura entre Reservoir Dogs (Cães Danados) e Kill Bill. Pode-se dizer que é mais um filme "tipo" do cineasta americano. Violência em doses industriais, story-line simples, um tanto surrealista e "underground" (nada de cenários elaborados e fascinantes... toda a filmagem se centra nos personagens) e um elenco luxuoso(a dar destaque à portuguesa Maria de Medeiros, no meio de John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis ou Uma Thurman). Apesar de ser um bom simples, não penso que tenha argumentos para ter o estatuto de um dos filmes mais importantes do cinema dos anos 90. É icónico, sim, e aquela cena de dança entre Mia Wallace (Uma Thurman) e Vincent Vega (John Travolta) é o melhor exemplo disso. No entanto falta-lhe algo (tal como a Kill Bill, Reservoir Dogs, etc.) para se...

Kill Bill

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Cansado de filmes com pouca acção e com argumentos demasiado complexos?! Experimentem Kill Bill. Kill Bill é uma "mash-up" de um western spaghetti, kung-fu, lutas de samurais e, claro, violência extrema. A história do filme é simples. Uma assassina altamente treinada em artes marciais e samurais, tenta abandonar um gangue de assassinos... não lhe perdoaram. A protagonista é emboscada numa sessão de ensaio do seu casamento e acaba por cair numa emboscada do seu antigo grupo de assassínios que a tentam matar... não conseguem. Ela acorda na cama de um hospital após 4 anos de sono profundo e jura vingar-se de todos os que participaram no massacre em que resultou a emboscada... não a conseguem deter. Apesar do filme ter um argumento aparentemente simples e "batido", Quentin Tarantino transformou Kill Bill num dos filmes mais icónicos da década passada. A não perder.

Gran Torino

É o penúltimo filme do realizador, actor e produtor americano Clint Eastwood e protagonizado pelo mesmo (à semelhança de As Pontes de Madison County ou Million Dollar Baby). Os seus trabalhos fascinam-me pela forma como ilustra uma realidade crua, dramática e credível nos seus filmes e como transforma temáticas aparentemente simples e quotidianas em autênticas peças de arte, quase poéticas. A história do filme centra-se em Walter Kowalski, um idoso de origem polaca e americana, recém enviuvado, afastado da família e que trás da guerra da Coreia recordações traumáticas e uma xenofobia extrema (especialmente em relação aos seus vizinhos asiáticos). A sua xenofobia é de tal modo extrema, que não se inibe de criticar o seu filho por este ter um carro de uma marca estrangeira. Porém, a sua visão acerca da vida e daqueles que são de raças diferentes muda quando trava conhecimento com o mais jovem dos seus vizinhos do lado, Thao, um jovem Hmong (etnia do Laos), quando este lhe tenta roubar um...